Viajei esta semana pela BR 101, para Jaraguá, Corupá, Joinville. E fui obrigado a lembrar do pedágio, pois tive que pagá-los em Itapema (ou imediações) e em Araquari.
Fiquei mais uma vez indignado, não simplesmente pelo fato de pagar o pedágio, mas porque mesmo pagando, fiquei entalado na estrada umas duas ou três vezes, esperando que “as obras” que estão sendo feitas dessem passagem. Obras que deveriam ter sido feitas antes de começarem a cobrar taxa para a gente passar. Houve até trechos em que a BR 101 estava com um quilômetro ou mais em apenas uma pista, isso só no sentido norte, sem que houvesse nenhuma máquina e nenhum trabalhador fazendo alguma coisa, sem nada estar sendo feito, pelo menos naquele hora em que passamos.
Uma viagem que deveria ser de duas horas, menos até, levou quase três. Isso porque pagamos pedágio.
Com tudo isso, não posso esquecer que o pedágio da praça de Palhoça já está sendo cobrado, mesmo que as obras de duplicação do trecho sul da 101 não estejam terminadas, aliás, não estejam nem perto de ser concluídas. Como pagar pedágio para usar uma rodovia que não está pronta, que tem vários pontos de obstrução e desvios que farão a viagem ficar mais longa, mais demorada e mais estressante, mais perigosa?
Pergunto de novo: onde estão os nossos “representantes”, os políticos que deveriam estar zelando pelos direitos do cidadão? Belos políticos, os brasileiros, que ao invés de estarem trabalhando pelo povo, estão gastando o dinheiro desse mesmo povo em favor próprio, como bem tem sido denunciado, nos últimos tempos, com novas revelações nos últimos dias, como as contas paralelas e atos secretos do Senado.
E sem que ninguém seja punido. Quando é que vão parar de gastar o dinheiro público impunemente, quando é que vão devolver o que já foi gasto indevidamente, para que haja mais recursos para que se realizem as obras que estão paradas por esse Brasil afora? Quando é que vai haver honestidade na coisa pública, quando é que a “justiça” desse país vai ser realmente justa?
Ou estou sendo ingênuo ao esperar que haja justiça, ainda, que a justiça funcione e que exista como dever ser?
Fonte: Luiz Carlos Amorim Assina o Blog CRONICA DO DIA, em Http://luizcarlosamorim.blogspot.com
08 Julho 2009
07 Julho 2009
ÓTIMA MATÉRIA DA REDE GLOBO - Pedágios estão mais caros em algumas rodovias do país
Jornal Hoje, 03/07/2009 - Daniela Golfieri, de São José do Rio Preto
Em todo o Brasil são quase 15 mil quilômetros de estradas que cobram tarifas. Nas estradas paulistas teve aumento nessa semana. Veja as contas e saiba quanto o motorista paga pelo quilômetro rodado.
De São José do Rio Preto até São Paulo são 450 quilômetros. A viagem de ida e volta sai por R$ 118, 40 só em pedágio. Se a gente contar os gastos com combustível o preço passa de R$ 330, a mesma viagem de ônibus custa R$ 132.
No sistema Anchieta Imigrantes que liga São Paulo a Santos, o motorista paga um pedágio único de R$ 17,80 para percorrer uma distância de 62 quilômetros, R$ 0,28 por quilômetro.
A Via Lagos, que liga o Rio de Janeiro a região dos lagos tem 56 quilômetros o único pedágio cobra até R$ 13,70.
A Estrada do Coco, na Bahia, que liga Salvador ao litoral norte, tem 217 quilômetros e um pedágio.
A Régis Bittencourt é a principal ligação do sudeste ao sul do Brasil. Média de dois centavos por quilômetro.
A Fernão Dias que vai de São Paulo a Belo Horizonte é uma das estradas mais movimentadas do Brasil, média de um centavo por quilômetro.
O pedágio da rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro custa um centavo em média por quilômetro.
14 mil e 500 quilômetros de rodovias do país têm pedágio. O que é arrecadado deve ser aplicado na conservação do asfalto, sinalização duplicação de pista e atendimentos médico e mecânico.
Um juiz federal do Paraná reconhece que as estradas pedagiadas no Brasil estão em boas condições, mas para ele, o poder público deveria oferecer rotas alternativas de graça.
“Não se coloca como condição pra cobrança de pedágio a existência de uma via alternativa, não se respeita o mais básico direito do cidadão, coloca o pedágio como se fosse o único remédio e a única solução, quando na verdade isso só acontece em nosso país”, declara José Antonio Savaris, juiz federal - PR.
A gente conclui que em alguns casos fica mais barato viajar de avião do que de carro.
Em todo o Brasil são quase 15 mil quilômetros de estradas que cobram tarifas. Nas estradas paulistas teve aumento nessa semana. Veja as contas e saiba quanto o motorista paga pelo quilômetro rodado.
De São José do Rio Preto até São Paulo são 450 quilômetros. A viagem de ida e volta sai por R$ 118, 40 só em pedágio. Se a gente contar os gastos com combustível o preço passa de R$ 330, a mesma viagem de ônibus custa R$ 132.
No sistema Anchieta Imigrantes que liga São Paulo a Santos, o motorista paga um pedágio único de R$ 17,80 para percorrer uma distância de 62 quilômetros, R$ 0,28 por quilômetro.
A Via Lagos, que liga o Rio de Janeiro a região dos lagos tem 56 quilômetros o único pedágio cobra até R$ 13,70.
A Estrada do Coco, na Bahia, que liga Salvador ao litoral norte, tem 217 quilômetros e um pedágio.
A Régis Bittencourt é a principal ligação do sudeste ao sul do Brasil. Média de dois centavos por quilômetro.
A Fernão Dias que vai de São Paulo a Belo Horizonte é uma das estradas mais movimentadas do Brasil, média de um centavo por quilômetro.
O pedágio da rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro custa um centavo em média por quilômetro.
14 mil e 500 quilômetros de rodovias do país têm pedágio. O que é arrecadado deve ser aplicado na conservação do asfalto, sinalização duplicação de pista e atendimentos médico e mecânico.
Um juiz federal do Paraná reconhece que as estradas pedagiadas no Brasil estão em boas condições, mas para ele, o poder público deveria oferecer rotas alternativas de graça.
“Não se coloca como condição pra cobrança de pedágio a existência de uma via alternativa, não se respeita o mais básico direito do cidadão, coloca o pedágio como se fosse o único remédio e a única solução, quando na verdade isso só acontece em nosso país”, declara José Antonio Savaris, juiz federal - PR.
A gente conclui que em alguns casos fica mais barato viajar de avião do que de carro.
Com aumento de pedágio, viagem para o interior de SP sai por R$ 118
A tarifa do pedágio em São Paulo sofreu reajuste médio de pouco mais de 3,5%. Com isso, quem decidir fazer uma viagem de ida e volta da capital paulista a São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, passará a gastar R$ 118,40 só com pedágios.
A viagem passa a ser uma das mais caras do estado, com 16 praças de pedágio percorridas.Gustavo Henrique Adão é representante comercial. Trabalha em São José do Rio Preto. A cada 15 dias, ele tem que viajar para São Paulo.
“Em um somatório, ele [o pedágio] pesa porque quem viaja constantemente, como eu, para São Paulo paga um valor muito grande”, disse. Cada uma das praças de pedágio no caminho de São Paulo e São José do Rio Preto cobra um valor diferente.
Pela Rodovia Washington Luiz, a praça mais cara fica em Rio Claro, com tarifa de R$ 16,40. A mais barata fica em Limeira, com pedágio de R$ 4,10.
Esses valores são cobrados para carros de passeio. No caso de ônibus e caminhões, a cobrança é feita por eixo. Caso o motorista resolva não pagar a tarifa de São José do Rio Preto até a capital, ele aumenta os gastos com combustível e a viagem fica mais longa, são 70 km a mais. A maior parte do percurso é feita em pista simples e sem acostamento. Em todo o estado, 12 concessionárias administram 5.200 km de rodovias.
A cobrança é feita em 95 praças de pedágio. O dinheiro arrecadado é aplicado em ampliação e melhoria das rodovias e do atendimento ao usuário, como serviços de socorro médico e mecânico. Um total de 242 municípios, que são cortados pelas rodovias concedidas à iniciativa privada, recebe repasse do imposto sobre serviço.
Dinheiro que vem do bolso dos motoristas. Por isso, antes de pegar a estrada é bom que o motorista faça as contas com os valores que passam a valer.
Campos do Jordão
Com reajuste de 5,19% no corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto, quem sai da capital com destino a Campos do Jordão, no Vale do Paraíba, passa a pagar, de R$ 8,60, R$ 9 a ida. A volta, que antes saia por R$ 7,40, passa para R$ 7,80. Totalizando assim um gasto de R$ 16. Quem sai de São Paulo e viaja até Jundiaí pelas rodovias Anhanguera e Bandeirantes roda pelo menos 60 km e agora já paga R$ 6,10. Antes, o motorista tinha que desembolsar R$ 5,90. Para fazer a viagem até Campinas são 92 km e duas praças de pedágio. O motorista paga R$ 12,20. Antes do aumento, o custo era de R$ 11,80.
Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
A viagem passa a ser uma das mais caras do estado, com 16 praças de pedágio percorridas.Gustavo Henrique Adão é representante comercial. Trabalha em São José do Rio Preto. A cada 15 dias, ele tem que viajar para São Paulo.
“Em um somatório, ele [o pedágio] pesa porque quem viaja constantemente, como eu, para São Paulo paga um valor muito grande”, disse. Cada uma das praças de pedágio no caminho de São Paulo e São José do Rio Preto cobra um valor diferente.
Pela Rodovia Washington Luiz, a praça mais cara fica em Rio Claro, com tarifa de R$ 16,40. A mais barata fica em Limeira, com pedágio de R$ 4,10.
Esses valores são cobrados para carros de passeio. No caso de ônibus e caminhões, a cobrança é feita por eixo. Caso o motorista resolva não pagar a tarifa de São José do Rio Preto até a capital, ele aumenta os gastos com combustível e a viagem fica mais longa, são 70 km a mais. A maior parte do percurso é feita em pista simples e sem acostamento. Em todo o estado, 12 concessionárias administram 5.200 km de rodovias.
A cobrança é feita em 95 praças de pedágio. O dinheiro arrecadado é aplicado em ampliação e melhoria das rodovias e do atendimento ao usuário, como serviços de socorro médico e mecânico. Um total de 242 municípios, que são cortados pelas rodovias concedidas à iniciativa privada, recebe repasse do imposto sobre serviço.
Dinheiro que vem do bolso dos motoristas. Por isso, antes de pegar a estrada é bom que o motorista faça as contas com os valores que passam a valer.
Campos do Jordão
Com reajuste de 5,19% no corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto, quem sai da capital com destino a Campos do Jordão, no Vale do Paraíba, passa a pagar, de R$ 8,60, R$ 9 a ida. A volta, que antes saia por R$ 7,40, passa para R$ 7,80. Totalizando assim um gasto de R$ 16. Quem sai de São Paulo e viaja até Jundiaí pelas rodovias Anhanguera e Bandeirantes roda pelo menos 60 km e agora já paga R$ 6,10. Antes, o motorista tinha que desembolsar R$ 5,90. Para fazer a viagem até Campinas são 92 km e duas praças de pedágio. O motorista paga R$ 12,20. Antes do aumento, o custo era de R$ 11,80.
Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
02 Julho 2009
Pedágio e mobilidade, por Angela Amin
Um dos graves problemas que comprometem a mobilidade das pessoas, o constitucional direito de ir e vir, decorre do que os técnicos chamam unaffordability, que significa inacessibilidade financeira, ou seja, falta de condições financeiras para utilizar um meio de transporte. A cobrança de pedágio num país com as desigualdades econômicas do Brasil ergue barreiras à circulação de veículos e pessoas em rodovias concessionadas, no caso de Santa Catarina, todas federais.
Vale aqui recordar que algumas lideranças políticas, em outras épocas, chamavam tais concessões de privatização.Esta barreira econômica é mais grave para os moradores do município onde se situa a praça de pedágio.
Em Santa Catarina, estes municípios são: Palhoça, Porto Belo, Barra Velha e Garuva, na BR 101, e Correia Pinto, Santa Cecília e Monte Castelo, na não duplicada BR 116. O sul do nosso Estado também terá pedágios na BR 101, tão logo seja concluída esta tão sonhada e postergada obra. Tomemos o caso do morador da nossa querida Palhoça que reside na belíssima Enseada de Brito. Além de utilizar um trecho não duplicado da BR, ao deslocar-se para o trabalho no centro da cidade de Palhoça, terá que pagar pedágio, inapelavelmente. Inclusive por não dispor de via alternativa.Para impedir este tipo de ônus, baseada em decisão judicial que beneficia há mais de um ano os moradores do município de Resende (Estado do Rio de Janeiro), apresentei projeto que isenta de pagamento o proprietário de veículo emplacado no município que “hospeda” a praça de pedágio.
Tomo conhecimento de que o projeto de lei número 3.062/2008, por mim apresentado, recebeu parecer favorável do relator, deputado Vanderley Macris (PSDB/SP), na Comissão de Viação e
Transportes da Câmara dos Deputados.
Portanto, creio que cabe às lideranças catarinenses que têm proclamado sua solidariedade aos cidadãos dos municípios acima citados tomar uma atitude clara a respeito do projeto que, agora, não me pertence, mas pode ser a solução justa para milhares de catarinenses e brasileiros. O projeto pode, sim, ser aprimorado, mas não pode ser ignorado!
Angela Amin: Deputada federal (PP/SC)
Diário Catarinense.
Vale aqui recordar que algumas lideranças políticas, em outras épocas, chamavam tais concessões de privatização.Esta barreira econômica é mais grave para os moradores do município onde se situa a praça de pedágio.
Em Santa Catarina, estes municípios são: Palhoça, Porto Belo, Barra Velha e Garuva, na BR 101, e Correia Pinto, Santa Cecília e Monte Castelo, na não duplicada BR 116. O sul do nosso Estado também terá pedágios na BR 101, tão logo seja concluída esta tão sonhada e postergada obra. Tomemos o caso do morador da nossa querida Palhoça que reside na belíssima Enseada de Brito. Além de utilizar um trecho não duplicado da BR, ao deslocar-se para o trabalho no centro da cidade de Palhoça, terá que pagar pedágio, inapelavelmente. Inclusive por não dispor de via alternativa.Para impedir este tipo de ônus, baseada em decisão judicial que beneficia há mais de um ano os moradores do município de Resende (Estado do Rio de Janeiro), apresentei projeto que isenta de pagamento o proprietário de veículo emplacado no município que “hospeda” a praça de pedágio.
Tomo conhecimento de que o projeto de lei número 3.062/2008, por mim apresentado, recebeu parecer favorável do relator, deputado Vanderley Macris (PSDB/SP), na Comissão de Viação e
Transportes da Câmara dos Deputados.
Portanto, creio que cabe às lideranças catarinenses que têm proclamado sua solidariedade aos cidadãos dos municípios acima citados tomar uma atitude clara a respeito do projeto que, agora, não me pertence, mas pode ser a solução justa para milhares de catarinenses e brasileiros. O projeto pode, sim, ser aprimorado, mas não pode ser ignorado!
Angela Amin: Deputada federal (PP/SC)
Diário Catarinense.
30 Junho 2009
Nota de Esclarecimento - Jornal do Estado
Bem Paraná (Jornal do Estado) é tendencioso ao afirmar informações MENTIROSAS sobre o Fórum Popular Contra o Pedágio.
As notas publicadas na coluna “Parabólica”, no site bem Paraná, em 29/06/09 às 22:49, mente tendenciosamente ao dar informações que levam os leitores a vincularem o movimento do Fórum Popular Contra o Pedágio ao Governo de Roberto Requião. Sobre o tema, consideramos:
1. O Fórum Popular Contra o Pedágio é pessoa jurídica de direito privado, de caráter suprapartidário, detentora de CNPJ e alvará de funcionamento em Curitiba, e é constituída por mais de 200 (duzentos) entes – entre sindicatos, partidos políticos, e entidades de classe.
2. O Fórum Popular Contra o Pedágio não é um movimento multitudinário e/ou de caráter governista manipulado por agentes empregados em qualquer esfera o poder público. As relações do Fórum com o Governo Requião são de apenas cordialidade, pois, o Fórum tem por diversas vezes mostrado a inépcia deste governo em cumprir suas promessas de campanha.
3. O Fórum é representado em cinco Estados da Federação Brasileira (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo) e tem apoio, ainda, nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.
4. Não foi criado por motivos eleitoreiros, tampouco às vésperas de eleição. Como atesta a ata registrada no 4º Ofício de Pessoas Jurídicas, em 20/04/2005, e tem sua atuação desatrelada de qualquer ato do governo, assim como rege o Estatuto da entidade registrado no mesmo Cartório.
5. O Fórum Popular Contra o Pedágio NÃO É AFAVOR DO PEDÁGIO DAS RODOVIAS FEDERAIS, AINDA QUE MAIS “BARATINHO”, POIS EM DIVERSAS OCASIÕES ESTE FÓRUM SE POSICIONOU CONTRA O MODELO DO PEDAGIAMENTO ADOTADO NO BRASIL.
6. O Fórum é autor de diversas ações judiciais de caráter coletivo e de diversas denúncias ao Ministério Público Federal, destes, grande parte contra os novos pedágios federais.
7. O Projeto de Lei de Iniciativa Popular NÃO faz menção de valor mínimo de tarifas, ou ainda a distância entre as praças coletoras, demonstrando claramente que o jornalista do referido diário nem ao menos leu o objeto de sua matéria – nosso projeto de lei.
8. Queremos as rodovias livres para o tráfego, sem o assalto do pedágio, e bem mantidas pelo poder público com as rendas que sobram de diversos impostos. Somente da CIDE Combustíveis, até o mês de março deste ano, o governo federal arrecadou quase 54 Bilhões de Reais, que não são corretamente destinados às rodovias.
9. Vale ressaltar a má fé do “Jornal do Estado”, pois, desde o início de nossa militância, todas as ações das concessionárias de pedágio contra nós eram embasadas SOMENTE por artigos chulos e mentirosos publicados neste jornal, grande parte deles assinados pelo Sr. Abraão Benicio.
Todas nossas lutas estão noticiadas no site: http://www.pedagio.org e o projeto de lei no site: http://www.projetodelei.com.br
Atenciosamente,
Assessoria Jurídica do Fórum Popular Contra o Pedágio
As notas publicadas na coluna “Parabólica”, no site bem Paraná, em 29/06/09 às 22:49, mente tendenciosamente ao dar informações que levam os leitores a vincularem o movimento do Fórum Popular Contra o Pedágio ao Governo de Roberto Requião. Sobre o tema, consideramos:
1. O Fórum Popular Contra o Pedágio é pessoa jurídica de direito privado, de caráter suprapartidário, detentora de CNPJ e alvará de funcionamento em Curitiba, e é constituída por mais de 200 (duzentos) entes – entre sindicatos, partidos políticos, e entidades de classe.
2. O Fórum Popular Contra o Pedágio não é um movimento multitudinário e/ou de caráter governista manipulado por agentes empregados em qualquer esfera o poder público. As relações do Fórum com o Governo Requião são de apenas cordialidade, pois, o Fórum tem por diversas vezes mostrado a inépcia deste governo em cumprir suas promessas de campanha.
3. O Fórum é representado em cinco Estados da Federação Brasileira (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo) e tem apoio, ainda, nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.
4. Não foi criado por motivos eleitoreiros, tampouco às vésperas de eleição. Como atesta a ata registrada no 4º Ofício de Pessoas Jurídicas, em 20/04/2005, e tem sua atuação desatrelada de qualquer ato do governo, assim como rege o Estatuto da entidade registrado no mesmo Cartório.
5. O Fórum Popular Contra o Pedágio NÃO É AFAVOR DO PEDÁGIO DAS RODOVIAS FEDERAIS, AINDA QUE MAIS “BARATINHO”, POIS EM DIVERSAS OCASIÕES ESTE FÓRUM SE POSICIONOU CONTRA O MODELO DO PEDAGIAMENTO ADOTADO NO BRASIL.
6. O Fórum é autor de diversas ações judiciais de caráter coletivo e de diversas denúncias ao Ministério Público Federal, destes, grande parte contra os novos pedágios federais.
7. O Projeto de Lei de Iniciativa Popular NÃO faz menção de valor mínimo de tarifas, ou ainda a distância entre as praças coletoras, demonstrando claramente que o jornalista do referido diário nem ao menos leu o objeto de sua matéria – nosso projeto de lei.
8. Queremos as rodovias livres para o tráfego, sem o assalto do pedágio, e bem mantidas pelo poder público com as rendas que sobram de diversos impostos. Somente da CIDE Combustíveis, até o mês de março deste ano, o governo federal arrecadou quase 54 Bilhões de Reais, que não são corretamente destinados às rodovias.
9. Vale ressaltar a má fé do “Jornal do Estado”, pois, desde o início de nossa militância, todas as ações das concessionárias de pedágio contra nós eram embasadas SOMENTE por artigos chulos e mentirosos publicados neste jornal, grande parte deles assinados pelo Sr. Abraão Benicio.
Todas nossas lutas estão noticiadas no site: http://www.pedagio.org e o projeto de lei no site: http://www.projetodelei.com.br
Atenciosamente,
Assessoria Jurídica do Fórum Popular Contra o Pedágio
27 Junho 2009
Fórum inicia coleta de assinaturas para projeto de Lei na Boca Maldita
A atriz e produtora Ittala Nandi, da Rede Record, marcou presença e assinou o projeto de Lei
O Casal José Renato e Irani lideram o movimento "Pedágio Não" no Rio de Janeiro
Rafael de Paula representou o Deputado do Espírito Santo, Euclério Sampaio (PDT)Shows com grupos musicais de curitibanos atraíram que passava no local. O Fórum Popular Contra o Pedágio, organização suprapartidário de defesa da cidadania e dos direitos constitucionais de liberdade e ir e vir realizou na tarde desta sexta-feira, 26 de junho, uma manifestação cultural na Boca Maldita, região Central de Curitiba.
O evento marcou o inicio da coleta das 1,6 milhões de assinaturas para que o projeto de lei de iniciativa popular que será encaminhada ao Congresso Nacional.
No palco montado no local, artistas de HipHop de Curitiba, além de bandas e apresentações de dança de rua foram realizadas, intercalados entre os discursos que conclamavam a população a aderir a mobilização.
No Brasil não existe nenhuma lei que regulamenta o pedagiamento das rodovias. Os governos de cada Estado estabelecem contratos com as concessionárias (iniciativa privada) que cobram uma taxa dos usuários para manutenção e melhoramento destas vias.
Segundo dados recolhidos pelo Fórum, de 2002 até junho de 2009 foram arrecadados cerca de 54 bilhões de reais, mas sendo utilizados apenas 8 bilhões na infraestrutura das rodovias. “A verba captada pelas concessionárias deveria ser usada em função dos usuários das rodovias ou em programas voltados à sociedade em geral. A situação atual é imoral, ilegal e inconstitucional”, disse Acir Mezzadri, coordenador do Fórum.
O projeto de lei que será enviado ao Congresso não atinge apenas a questão do pedágio, vai um pouco além. “O projeto estabelece um Plano Diretor do Transporte Nacional, nele estão previstas melhorias para o transporte viário como um todo. Além disso, ira regulamentar o pedágio, situação delegada aos estados e garantida apenas por contratos”, explicou Gehad Hajar, assessor jurídico do Fórum.
Movimentos artísticos e culturais O grande atrativo da manifestação na Boca Maldita foi à presença de grupos musicais, cantando o Hip Hop curitibano. Nas rimas do freestyle apareceram versos de protesto contra o pedágio.
A banda curitibana Radiovox se apresentou vestida com a camiseta do movimento e a atriz Íttala Nandi, a Dra. Júlia Zaccarias da novela Promessas de Amor da Rede Record, também esteve presente no evento apoiando a causa.
Muitas pessoas que passavam no local pararam para assinar. Roberta Moreira Bauzer, 25, que apoiou o movimento com sua assinatura disse que como a manifestação contra o pedágio é popular, existe uma importância de que se de valor a cultura, a musica e dança. “Isso só mostra que o povo unido pode mudar essa situação de descaso e roubo armada por interesses comerciais”, disse a estudante.
Sindicatos Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (SENGE-PR), entre outros. “Sempre fomos contra as privatizações como um todo. Esta é uma questão de mobilidade publica que é um direito de todo cidadão. Estamos aqui por uma política publica mais seria e responsável nesta questão do pedágio”, disse Ulisses Kanbiak, diretor do SENGE-PR, que matinha uma barraca para coleta de assinaturas.
Estiveram presentes o representante de forças como a UGT (União Geral dos Trabalhadores), representada pelo sr. Adir de Souza e o presidente da SINDELPAR, Paulo Santos, dentre outras importantes entidades.
Outros Estados Além da iniciativa do paranaense contra o pedágio, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Espírito Santo já tem movimentos populares pela mesma causa. José Renato, que está a frente do Movimento Popular Pedágio Não do Rio de Janeiro esteve presente na Boca Maldita nesta sexta-feira. “Em todos os locais onde o pedágio se instala de maneira irresponsável que perde é a população. Em Teresópolis por exemplo, o pedágio deixou áreas da cidade sem infra-estrutura publica e empobreceu a população que ali vive. Não queremos que isto se alastre pelo Brasil”, afirmou Renato. Ele e a esposa vieram a Curitiba depois de uma carreata com 600 veículos em Teresópolis contra o pedágio.
Para Alisson Micoski, da Associação dos Usuarios de Rodoviasde SC ressalta que "a história democrática do Pais tem mostrado que objetivos somente são atingidos quando há mobilização popular, como aconteceu no processo das diretas Já, da legislação dos crimes hediondos, e recentemente, contra a prevatização da Copel.
No Espírito Santo quem tem levantado a bandeira contra o pedágio é o deputado estadual Euclério Sampaio (PDT-ES) que participou da CPI instaurada naquele estado contra o pedagiamento das rodovias. “Viemos aqui para agregar forças a este movimento nacional”, disse Rafael Maciel de Paula, assessor de Sampaio que o representou no evento na capital paranaense.
25 Junho 2009
Campanha coleta assinaturas para projeto do pedágio
O Fórum Popular contra o Pedágio e Movimento dos Usuários das Rodovias do Brasil iniciam amanhã, 26, a coleta de assinaturas para apresentar o projeto de lei de iniciativa popular que regulamenta a concessão do pedágio no País.
O lançamento da campanha será as 15 horas, na Boca Maldita, em Curitiba.
A Câmara Municipal e a Assembleia Legislativa vão criar comissão para acompanhar a coleta de assinaturas e a tramitação do projeto de lei no Congresso Nacional.
Uma das propostas é a de cobrar pedágio apenas em rodovias particulares com alternativa ao usuário de rodovias públicas e gratuitas.
Redação: O Estado do Paraná.
O lançamento da campanha será as 15 horas, na Boca Maldita, em Curitiba.
A Câmara Municipal e a Assembleia Legislativa vão criar comissão para acompanhar a coleta de assinaturas e a tramitação do projeto de lei no Congresso Nacional.
Uma das propostas é a de cobrar pedágio apenas em rodovias particulares com alternativa ao usuário de rodovias públicas e gratuitas.
Redação: O Estado do Paraná.
20 Junho 2009
O QUE DARIA PRA SE FAZER COM O LUCRO DAS CONCESSIONÁRIAS NO PARANÁ?
O que dá para fazer com R$ 8,1 Bhões de Reais:
Casas – R$ 15 mil cada – 540 mil
Creches – R$ 300 mil cada – 27 mil
Escolas – R$ 1 milhão cada – 8,1 mil
Postos de saúde – R$ 300 mil cada – 27 mil
Bibliotecas – R$ 250 mil cada – 32,4 mil
Ginásios de Esporte – R$ 355 mil cada – 22.816
Barracão Industrial – R$ 145 mil cada – 55.862
Pavimentação – R$ 260 mil cada quilômetro – 31.153 quilômetros
Carros Populares – R$ 23,5 mil cada – 340.425
Ambulâncias – R$ 64,7 mil cada – 125.193
Caminhões – R$ 88 mil – 92.045
Trator 50 CV –R$ 40 mil cada pelo custo do Programa Trator Solidário – 200 mil
Trator 75 CV – R$ 47,5 mil cada pelo custo do Programa Trator – 168.421
Sacas de Soja – R$ 36 cada – 225 milhões
Cestas básicas - R$ 83,00 cada, preço de mercado, sem considerar que em eventual licitação o preço seria muito inferior – 96.385.542
Seguro-Desemprego – benefícios em um mês a R$ 776,46 cada – 10,5 milhões
Bolsa-Família – em um mês a R$ 54 por família, com o pagamento de R$ 18,00 por filho, com o limite de três filhos por casal – 177 milhões.
Casas – R$ 15 mil cada – 540 mil
Creches – R$ 300 mil cada – 27 mil
Escolas – R$ 1 milhão cada – 8,1 mil
Postos de saúde – R$ 300 mil cada – 27 mil
Bibliotecas – R$ 250 mil cada – 32,4 mil
Ginásios de Esporte – R$ 355 mil cada – 22.816
Barracão Industrial – R$ 145 mil cada – 55.862
Pavimentação – R$ 260 mil cada quilômetro – 31.153 quilômetros
Carros Populares – R$ 23,5 mil cada – 340.425
Ambulâncias – R$ 64,7 mil cada – 125.193
Caminhões – R$ 88 mil – 92.045
Trator 50 CV –R$ 40 mil cada pelo custo do Programa Trator Solidário – 200 mil
Trator 75 CV – R$ 47,5 mil cada pelo custo do Programa Trator – 168.421
Sacas de Soja – R$ 36 cada – 225 milhões
Cestas básicas - R$ 83,00 cada, preço de mercado, sem considerar que em eventual licitação o preço seria muito inferior – 96.385.542
Seguro-Desemprego – benefícios em um mês a R$ 776,46 cada – 10,5 milhões
Bolsa-Família – em um mês a R$ 54 por família, com o pagamento de R$ 18,00 por filho, com o limite de três filhos por casal – 177 milhões.
Campanha pela regulamentação do pedágio começa dia 26 na Boca Maldita de Curitiba
A Assembleia Legislativa vai instalar na próxima semana a Comissão Especial que acompanhará a coleta de assinaturas e a tramitação no Congresso Nacional do projeto de lei, de iniciativa popular, que regulamenta a concessão do pedágio no país. Da comissão farão parte os deputados Luiz Claudio Romanelli (PMDB) – autor da proposta, Beti Pavin (PMDB), Professor Lemos (PT), Luiz Nishimori (PSDB), Reni Pereira (PSB), Durval Amaral (DEM) e Duílio Genari (PP).
“A iniciativa é muito importante e tem que contar com apoio de parlamentares, autoridades e representantes de entidades classistas e do movimento popular para conseguir as 1,6 milhão de assinaturas em nove estados e por fim nesta sangria que afeta a economia nacional. Só no Paraná, as seis concessionárias já arrecadaram R$ 8,1 bilhões. Com essa dinheirama pode-se construir 540 mil casas – o dobro do déficit habitacional do Paraná”, disse Romanelli.
LEGISLATIVOS - O coordenador do Fórum Popular contra o Pedágio, Acir Mezzadri, adiantou ao deputado Romanelli que as coletas de assinaturas começam no próximo dia 26 em ato organizado pelo Murb (Movimento dos Usuários das Rodovias do Brasil) na Boca Maldita de Curitiba.
Mezzadri esteve nesta quarta-feira (17) na Câmara de Vereadores de Curitiba e adiantou que o legislativo municipal também formará uma comissão para acompanhar a coleta de assinaturas e a tramitação do projeto. A criação da comissão foi proposta pelo vereador Algaci Tulio (PMDB).
PROJETO - “Comissões com essa da Assembleia do Paraná serão criadas ainda no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Bahia e Espírito Santo. São os estados que nos pediram informações a respeito da formação das comissões no Paraná e em Curitiba. As capitais dos estados e as cidades afetadas pelo pedágio poderão criar também as comissões”, adiantou Mezzadri.
Entre outros pontos propostos no projeto, o pedágio só poderá ser cobrado em rodovias particulares. O pedágio só será permitido nas estradas com rodovias paralelas, públicas e gratuitas. O projeto proíbe o pedágio no perímetro urbano das cidades. A proposta ainda isenta da cobrança de pedágio caminhões transportadores de alimentos, carros oficiais, ambulâncias e carros de emergência similares. E veículo emplacado na cidade onde se encontra a praça coletora.
COMPARAÇÕES - O deputado Romanelli, que integra o fórum e a comissão especial criada no legislativo, disse que lucro das seis concessionárias que exploram as 27 praças do pedágio é mais que uma afronta à toda sociedade paranaense. “É um verdadeiro assalto a mão armada. Com a arrecadação de R$ 8,1 bilhões pode-se construir 27 mil creches, o mesmo número de postos de saúde, 8,1 mil escolas, 32,4 mil bibliotecas e 22,8 mil ginásios de esportes”, disse.
“Vamos sair da seara de obras do governo e partir para o setor produtivo. Por exemplo, com essa arrecadação, os paranaenses poderiam adquirir 92 mil caminhões, 200 mil tratores de 50 cavalos e 225 milhões de sacas de soja”, completou.
Na esfera social, os lucros são mais reveladores de quanto o pedágio prejudicou os setores mais frágeis da sociedade paranaense. “A arrecadação que sangra a economia do Paraná também poderia ser revertida em programas sociais: seriam 96 milhões de cestas básicas, 10,5 milhões de benefícios mensais de seguro desemprego e 177 milhões de bolsas famílias”.
“A iniciativa é muito importante e tem que contar com apoio de parlamentares, autoridades e representantes de entidades classistas e do movimento popular para conseguir as 1,6 milhão de assinaturas em nove estados e por fim nesta sangria que afeta a economia nacional. Só no Paraná, as seis concessionárias já arrecadaram R$ 8,1 bilhões. Com essa dinheirama pode-se construir 540 mil casas – o dobro do déficit habitacional do Paraná”, disse Romanelli.
LEGISLATIVOS - O coordenador do Fórum Popular contra o Pedágio, Acir Mezzadri, adiantou ao deputado Romanelli que as coletas de assinaturas começam no próximo dia 26 em ato organizado pelo Murb (Movimento dos Usuários das Rodovias do Brasil) na Boca Maldita de Curitiba.
Mezzadri esteve nesta quarta-feira (17) na Câmara de Vereadores de Curitiba e adiantou que o legislativo municipal também formará uma comissão para acompanhar a coleta de assinaturas e a tramitação do projeto. A criação da comissão foi proposta pelo vereador Algaci Tulio (PMDB).
PROJETO - “Comissões com essa da Assembleia do Paraná serão criadas ainda no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Bahia e Espírito Santo. São os estados que nos pediram informações a respeito da formação das comissões no Paraná e em Curitiba. As capitais dos estados e as cidades afetadas pelo pedágio poderão criar também as comissões”, adiantou Mezzadri.
Entre outros pontos propostos no projeto, o pedágio só poderá ser cobrado em rodovias particulares. O pedágio só será permitido nas estradas com rodovias paralelas, públicas e gratuitas. O projeto proíbe o pedágio no perímetro urbano das cidades. A proposta ainda isenta da cobrança de pedágio caminhões transportadores de alimentos, carros oficiais, ambulâncias e carros de emergência similares. E veículo emplacado na cidade onde se encontra a praça coletora.
COMPARAÇÕES - O deputado Romanelli, que integra o fórum e a comissão especial criada no legislativo, disse que lucro das seis concessionárias que exploram as 27 praças do pedágio é mais que uma afronta à toda sociedade paranaense. “É um verdadeiro assalto a mão armada. Com a arrecadação de R$ 8,1 bilhões pode-se construir 27 mil creches, o mesmo número de postos de saúde, 8,1 mil escolas, 32,4 mil bibliotecas e 22,8 mil ginásios de esportes”, disse.
“Vamos sair da seara de obras do governo e partir para o setor produtivo. Por exemplo, com essa arrecadação, os paranaenses poderiam adquirir 92 mil caminhões, 200 mil tratores de 50 cavalos e 225 milhões de sacas de soja”, completou.
Na esfera social, os lucros são mais reveladores de quanto o pedágio prejudicou os setores mais frágeis da sociedade paranaense. “A arrecadação que sangra a economia do Paraná também poderia ser revertida em programas sociais: seriam 96 milhões de cestas básicas, 10,5 milhões de benefícios mensais de seguro desemprego e 177 milhões de bolsas famílias”.
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